quinta-feira, 13 de setembro de 2007

[Antevisão] Juan Bautista estreia-se no Campo Pequeno

O matador de toiros francês Juan Bautista estreia-se quinta-feira, dia 20, no Campo Pequeno, alternando com o português Luís Vital "Procuna", na lide de quatro toiros da ganadaria Vinhas.
Do cartel fazem também parte os cavaleiros Luís Rouxinol e Ana Batista que lidarão três toiros da ganadaria dos Herdeiros de Paulino da Cunha e Silva. As pegas estarão a cargo do Grupo de Forcados Amadores de Alcochete, capitaneados por Vasco Pinto. A Banda de Música da Sociedade Filarmónica Progresso e Labor Samouquense abrilhanta musicalmente esta grande corrida de toiros.

Juan Bautista, nasceu na cidade francesa de Arles, onde tomou a alternativa de matador de toiros a 11 de Setembro de 1999. É descendente de uma família com fortes tradições taurinas, tanto campo ganadero e empresarial, como no toureio, dado que seu pai, Luc Jalabert chegou a tomar a alternativa de cavaleiro tauromáquico no Campo Pequeno, em Setembro de 1980.
Nas cerca de 40 corridas já toureadas esta temporada, cortou perto de 44 orelhas e dois rabos. A 22 de Maio, em Madrid, na Corrida da Imprensa, teve uma actuação épica, sob chuva torrencial, cortando uma orelha. Além de Madrid, Bilbao, San Sebastián de los Reyes, Vitória, Dax, Beacaire, Mont-de Marsan, Eauze, entre outras, foram arenas de onde saiu em triunfo, pretendendo agora que o Campo Pequeno se inscreva na lista das suas praças emblemáticas.

Luís Vital "Procuna" conseguiu, a 29 de Agosto, em Barrancos exercer legalmente, no seu país, a profissão de matador de toiros. Cortou uma orelha e foi passeado em ombros. Antes de tomar a alternativa (Almendralejo 15 de Agosto de 2003) já havia ganho dois importantes prémios instituídos pela Real Maestranza de Caballería (Sevilha) e cortado orelhas em Madrid e um pouco por toda a Espanha e França taurina. Radicado em Salamanca desde o início da temporada, está em negociações para regressar à Venezuela, onde também já triunfou, bem como para se apresentar no Peru e no Equador.

Luís Rouxinol é, hoje em dia um dos cavaleiros mais respeitados pelos aficionados, mercê da sua total entrega ao toureio a cavalo desde a mais tenra idade, pois iniciou a sua actividade aos 8 anos. Imprime grande alegria às lides, sem transigir com os princípios considerados básicos da "Arte de Marialva". Equitador muito sólido e partidário do toureio frontal tem nos pares de bandarilhas a duas mãos uma das sortes que executa com maior agrado do público. Na temporada de 2006 abriu a porta grande do Campo Pequeno e ganhou o Galardão para o melhor cavaleiro da temporada de Lisboa.

Ana Batista, em temporada de notável afirmação artística, vem ao Campo Pequeno naquele que será, provavelmente o melhor momento da sua carreira. À versatilidade da sua forma de interpretar o toureio a cavalo, ao bom gosto do seu sentido de lide, e ao vincado profissionalismo que caracteriza a sua postura em praça, juntou esta temporada uma inovação: os pares de bandarilhas a duas mãos, sorte tão do agrado do público pela destreza e conhecimento dos terrenos que exige aos seus praticantes. O Campo Pequeno constitui uma praça marcante na sua trajectória artística.

O Grupo de Forcados Amadores de Alcochete confiou o seu comando, desde o passado mês de Junho, a Vasco Pinto, forcado descendeste de um família com grande prestígio não só no grupo, como no contexto nacional dos forcados. As gentes de Alcochete têm pelo Forcado um verdadeiro culto, cimentado ao longo de décadas de interacção da sua juventude com o meio em que está inserido, caracterizado pela grande afición ao toiro e ao cavalo. Pelo Grupo de forcados Amadores de Alcochete passaram já grandes nomes da forcadagem, que elevaram bem alto o seu nome em arenas de Portugal, Espanha e França.

A ganadaria de Paulino da Cunha e Silva, fundada em 1873 pelo Comendador Paulino da Cunha e Silva, estreou-se em Lisboa a 21 de Outubro de 1884, sendo formada exclusivamente por toiros e vacas de raça portuguesa, procedentes de Gaspar Gomes do Anjos (antes Rafael Calado), efectivo que foi extinto em 1942 e substituído por vacas de João Torres Vaz Freire e sementais do Dr. António Silva, a que se juntaram, ao longo dos anos, vários sementais de David Ribeiro Telles. O seu encaste actual é Soler-Pinto Barreiros.
A ganadaria de Mário e Herdeiros de Manuel Vinhas foi fundada em 1946 pelos irmãos Manuel e Mário Vinhas, com vacas e sementais de Pinto Barreiros e aumentada com reses de Ignácio Vazquez de Pablo (1953). Em 1964 adquirem o direito ao ferro espanhol da Casa Palmela que era pertença de Sommer d’Andrade. Modificam o ferro e substituem todo o efectivo por vacas e sementais de Joaquín Buendia Peña – puro encaste Santa Coloma. Desde 1992, novos sementais de Los Caminos, Buendía e Ana Romero têm "refrescado" a ganadaria. Antiguidade: 19 de Setembro de 1950 (Setúbal).

Mais um grande espectáculo a não perder na Catedral do Toureio em Portugal na próxima 5ªFeira. Venha até ao Campo Pequeno ver ao vivo esta grande corrida de toiros!

Opinión: María la Portuguesa, los ancianos, Ayamonte y la Banda do Samouco...¡siempre!

Emílio Franco, Coordenador do serviço Naturales - Correio da Tauromaquia Ibérica dedica as seguintes palavras à Banda do Samouco, à sua prestação em Ayamonte, sem esquecer o memorável Carlos Cano e a eterna "Maria la Portuguesa":

Regresaron a sus salinas, a su Alcochete, a su Samouco. Los de la Banda que dirige el maestro Sergio dejaron a los habitantes de Ayamonte (Huelva) envueltos en saudades profundas, en nostalgias, en deseos de que pronto pase un año, las Fiestas de nuevo lleguen y la embajada lusitana de la Banda do Samouco vuelva a inundar las calles de la esquina más portuguesa de Huelva, del límite andaluz con la esquina más española de Portugal.

Cada año se superan. Como bien reconocen los de Ayamonte que valoran enormemente el esfuerzo de este formidable colectivo musical que dirige el maestro Sergio. Este 2007 se presentaron con varias novedades allí, entre ellas, un arreglo de la popularísima canción de Carlos Cano, María la Portuguesa, para ser interpretado así por una banda. Y la respuesta del público -emocionado al oirles- fue un clamor...

Ellos, los de la Banda do Samouco, durante varios días, lo mismo tocaron para miles en las calles y plazas de Ayamonte, que para los ancianos acogidos en una Residencia asistida; o para los jubilados del Hogar de la Tercera Edad. Generosos en su esfuerzo, nada les importó, salvo ver llorar de incontenible emoción -recordando la juventud ya lejana-, a gentes impedidas, a las que hicieron especialmente felices aquella tarde, cuando fueron a llevarles su música, sus pasodobles, sus maravillosos solos de trompetas... y aunque muchos de aquel auditorio apenas podían ponerse en pie, y algunos en sillas de ruedas estaban, nada pudo impedir que en más de una ocasión, de aquellas viejas, desgastadas, pero emocionadas gargantas... saliesen rotundos, sentidos en el alma y vibrantes en la expresión... olés!, cuando los músicos interpretaban Torero Calé, Ayamonte o este María la Portuguesa que sonaba así con arreglos para banda...la Banda do Samouco... .- EMILIO FRANCO.

(Ni que decir tiene que si acceden ustedes al extraordinario weblog de la Banda do Samouco (http://bandadosamouco.blogspot.com) y con un poco de paciencia bucean en los estupendos reportajes, fotos y videos allí insertados, tendrán conocimiento pleno de lo que ha sido la comparecencia, un año más, de esta fenomenal embajada portuguesa en las muy famosas Fiestas de Ayamonte. Y verán ustedes cómo nos quedamos cortos aquí, en NATURALES, narrando lo grandioso de este movimiento de solidaridad, afecto y cultura que encarnan estas admirables gentes, estos admirables hermanos portugueses de la vila do Samouco. ¡Enhorabuena!)

Pode ver a notícia completa, com letra e vídeos clicando no seguinte link.

O http://bandadosamouco.blogspot.com dá-lhe a oportunidade de ver o tema "Maria la Portuguesa" recriado há escassos dias pela Banda do Samouco na cidade espanhola de Ayamonte. Clique aqui para ver a primeira parte e aqui para ver a segunda parte daquele que foi o hino que eternizou Carlos Cano.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

[Crónica] Corrida de Toiros do Município da Moita

Ao abrigo da parceria entre o serviço Naturales - Correio de Tauromaquia Ibérica e o serviço http://bandadosamouco.blogspot.com, apresentamos a crónica da 2ª corrida da Feira Taurina da Moita, ocorrida esta terça-feira dia 11:

MOITA (Serviço especial / FOTOS DE JOAO SILVA, CHEFE DE FOTOGRAFIA DE NATURALES - CORREIO DA TAUROMAQUIA IBERICA, ENVIADO ESPECIAL)
Praça de Toiros Daniel do Nascimento na Moita do Ribatejo.
Ganadaria: Varela Crujo, toiros mansotes e algum descastado.
Matadores: Luís Vital "Procuna", Sérgio Parrita e Nuno Velasquez.
Muito público nas bancadas para este tipo de corridas apeadas.
Componente musical deste espectáculo assegurada pela Banda de Música do Rosário.
Dirigiu António dos Santos assessorado pelo médico veterinário José Maria Lobo.

Luís Procuna bem nas bandarilhas com dois pares a quarteio e um de violino. Na muleta, o toureiro porfiou mas o toiro cortaría as viagens impedindo as series e os passes ligados. No seu segundo, o melhor toiro do curro enviado, Luís Procuna mostrou no capote algumas verónicas e ainda algunha “gaonera”, para depois estar bem no tércio de bandarilhas, e no tércio final de muleta lograr séries, alguma de elevado nivel, sendo premiado no final pela bancada com uma grande ovação.

Sérgio Parrita, muito voluntarioso, recebeu o seu primeiro com o capote onde destacariam três “chiquelinas” e ainda uma “revolera” de mérito. Bandarilhou bem no principio e com azar no último par. Volcado e com muita vontade, tentou no tudo no trabalho final de muleta. No quinto da tarde, Sérgio dos Santos, Parrita, não teve sorte na primeira parte da sua lide, mas cheio de vontade e ganas de agradar, acabou por conseguir na faena de muleta varias séries de passes mais que aceptáveis tendo en conta as dificultades do animal que tinha de frente.

A Nuno Velasquez, podemos sinalar que as características do seu primeiro opositor não lhe permitiram realizar uma lide como ele desejava. O toiro só tinha um norte : aparentar que...mas ao final sempre se desinteressava do pano que lhe ofrecía o toureiro. No último toiro da tarde/noite, o matador ainda executou alguma séries de muleta de certo interés, mas num global muito por baixo da suas qualidades como toureiro. Mal ganado, certamente.

Em resultado do espectáculo desta 4ª Feira ter sido anulado (devido às condições climatéricas adversas que se fizeram sentir em toda a região a sul do rio Tejo), o http://bandadosamouco.blogspot.com voltará esta 5ª Feira com o rescaldo da grandiosa corrida de toiros à portuguesa. Não deixe de marcar presença na Praça de Toiros Daniel do Nascimentos naquela que é a derradeira corrida da mais importante Feira Taurina de Portugal.

terça-feira, 11 de setembro de 2007

[Crónica] Moita do Ribatejo - Imponente Corrida de Toiros das Figuras do Futuro

Crónica por Pedro Rodelo, cronista tauromáquico http://bandadosamouco.blogspot.com/;
Fotos por João Silva, repórter fotográfico http://naturales.blogspot.com/:
Deu-se início esta segunda feira à noite à mais importante feira taurina de Portugal, na Moita do Ribatejo.

Pouco mais de 24 Horas após ter terminado a sua prestação nas Fiestas de las Angústias em Ayamonte - Espanha, a Banda de Música da Sociedade Filarmónica Progresso e Labor Samouquense voltou ao serviço para animar musicalmente o primeiro espectáculo na Praça de Toiros Daniel do Nascimento na vila ribatejana.

Ao início do espectáculo, cada espectador recebeu um boletim de voto para eleger o triunfador da noite, o qual terá direito a estar presente na grandiosa corrida de toiros à portuguesa da próxima 5ª Feira dia 13.

Sobre o espectáculo propriamente dito:

1 - Tito Semedo (em substituição de Francisco Cortes), com cavalo a ser apanhado na lide teve uma lide razoável, com final em grande estilo com violino de cravagem correcta. Ovação nos agradecimentos;
2 - Marco José em bom registo, teve um lide plena de estilo, finalizada com ferro em violino e ferro curto de excelente nota. Ovação e volta nos agradecimentos;

3 - Carlos Alves concretizou uma lide tranquila e regular sem nenhum percalço de maior, ressalvando apenas o facto da ferragem que foi sendo cravada ir ficando descaída. Ovação e volta nos agradecimentos;
4 - Pedro Salvador a receber um exemplar do curro do Eng. António Silva com 660kg e com problemas na mão direita. Toiro recolhido e anúncio de que este cavaleiro iria lidar o Sobrero no final da corrida;
5 - Gilberto Filipe começou com um ferro falhado mas arrancou em seguida para uma lide plena de garra e segurança. Excelente nota para o jovem cavaleiro. Volta e volta nos agradecimentos;

6 - Filipe Gonçalves com lide afectada pelas várias colhidas, a primeira das quais grave com cavalo a ir ao chão. 3 últimos ferros de bom nível mas não suficientes para limpar o mau início. Ovação na volta de agradecimentos.

7 - Sobrero para Pedro Salvador: o toiro de reserva do curro do Eng. António Silva apresentou-se em arena também com problemas nas patas. O Director de corrida ordenou a retirada do toiro dando por terminado o espectáculo, perante os veementes protestos dos espectadores que se sentiram defraudados com a situação.

Os Forcados Amadores de Lisboa capitaneados por José Luís Gomes e os Amadores do Montijo capitaneados por Ricardo Figueiredo asseguraram as pegas deste espectáculo.

Será anunciado na corrida dos matadores já esta 4ª Feira o triunfador da noite, o qual se juntará ao cartel de 5ª Feira.

[Actualização] O http://bandadosamouco.blogspot.com sabe que foi eleito o cavaleiro Gilberto Filipe para actuar na corrida da próxima 5ª Feira.

A Banda do Samouco e o http://bandadosamouco.blogspot.com não vão parar durante a mais importante feira taurina portuguesa: vamos trazer até aos nossos leitores tudo o que importa saber sobre as próximas corridas de 4ª e 5ª Feira, as quais possuem autênticos cartéis de luxo. Venha daí: venha assistir a estes magníficos espectáculos tauromáquicos na simpática vila ribatejana.

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

[Ayamonte 2007] Grandiosa Procissão em Honra de Nossa Senhora das Angústias

No passado sábado à noite, a cultura e tradição de Ayamonte saiu à rua ao seu mais alto nível. Perante um povo profundamente religioso, a grandiosa procissão é também mostra de devoção à Virgem de las Angústias, protagonizando uma demonstração de fé inigualável.

Ayamonte é assim, não por modernidade ou snobismo. É assim porque se trata de um povo crente com profunda devoção Mariana. Ayamontinos e ayamontinas crêem no Deus Pai, crêem em Deus Filho e crêem na Virgem Maria desde há muitos séculos, estando esta crença profundamente enraizada na cultura Ayamontina.

No ano passado, Ayamonte celebrou o 250º aniversário do Padroado de Nossa Senhora da Santíssima Virgem das Angústias, o qual teve início em 1756 e que continua nos nossos dias com uma devoção e fé feitas à mãe de Deus, incrementada de dia para dia.

Usando este veículo primordial de divulgação que é a Internet, o http://bandadosamouco.blogspot.com tem todo o prazer em continuar a divulgar as Festas de Ayamonte levando o ponto mais sublime destas festividades até à vila do Samouco, à cidade de Ayamonte ou a qualquer parte do mundo.

A Banda Municipal de Música de Villalba de Alcor foi a responsável pela componente musical deste desfile.

Veja em seguida um excerto em vídeo onde se mostra toda a imponência da procissão em desfile, neste caso numa das praças mais bonitas em pleno centro histórico de Ayamonte: a Praça da Ribeira.

domingo, 9 de setembro de 2007

[Ayamonte 2007] ¡qué grandes los entrañables músicos de la Banda do Samouco!

A Banda do Samouco regressou há escassas horas à sua terra Natal, depois de 6 dias consecutivos em serviço em Ayamonte, Espanha.
O http://bandadosamouco.blogspot.com esteve em permanência nesta mega operação que envolveu mais de centena e meia de pessoas ligadas à nossa banda. Os ecos da presença da Banda do Samouco em terras andaluzas começam a chegar, quer em forma de comentários ás noticias que foram lançadas durante a cobertura em tempo real a partir do local onde os acontecimentos se desenrolaram, quer em destaques como o que apresentamos em seguida.

Eugenio Eiroa, apaixonado convicto por ambos os países envolvidos nesta operação, dedica à formação samouquense no serviço noticioso Naturales - Correio de Tauromaquia Ibérica as seguintes palavras:

Se acaba la estancia en Ayamonte de los integrantes de la Banda do Samouco.
Han hecho llorar a jóvenes y ancianos en sus múltiples actuaciones. Les han recibido con un cariño enorme y les están despidiendo con más afecto todavía.Ellos, mis amigos de la Banda do Samouco, lo han dado todo y más. Cansancio en sus rostros en la hora del regreso, pero emociones a flor de piel.
Ellos son los mejores embajadores que Portugal podía enviar a las tierras que con tanto talento cantó el llorado Carlos Cano.Lo que en Ayamonte, un año más, han hecho los de la Banda do Samouco, ha sido poner una piedra más, enorme, fundamental, en el gran monumento de la hermandad entre portugueses y españoles, cultivada como muy pocos, con el acierto que les caracteriza, por el pueblo generoso e inmenso de Ayamonte, con su Alcalde a la cabeza.
Bem hajam todos : ayamontinos y portugueses de esa recia y entrañable tierra de Alcochete, que nos han emocionado tanto, por su talento, por su desbordante ilusión, por su modo inigualable de entender la Vida, la proximidad y el afecto entre los pueblos.
EUGENIO EIROA

Pode consultar esta notícia no Naturales: para tal basta clicar aqui.
O http://bandadosamouco.blogspot.com vai estar durante esta segunda feira em edição contínua: novos vídeos, novas fotos e mais notícias serão editadas. Fique em sintonia.

sábado, 8 de setembro de 2007

[Ayamonte 2007] Oferenda de flores à Santísima Virgen de las Angustias

Decorreu no final da tarde desta 6ª Feira a romagem à Parroquia de las Angustias para a tradicional oferenda de flores à Santíssima Virgem de las Angustias.

Com início na Plazoleta, a Banda do Samouco dirigiu-se a partir deste local para a Paróquia, levando consigo dezenas de pessoas devidamente trajadas para depositar flores em honra da Santa Padroeira de Ayamonte. Durante cerca de 3 horas, assistiu-se a um espectáculo repleto de beleza e singularidade.

Uma vez chegada a Banda de Música ao adro da Paróquia, a mesma deu início à romagem de flores com um dos seus pasodobles mais emblemáticos: "La Virgem de Macarena", sublimemente interpretado pelo solista em trompete Pedro Carvalho. Seguiram-se vários outros temas entre os quais "Flamenco y Solo", "Vitor Ribeiro", "Forcados do Aposento do Barrete Verde de Alcochete", "Torero Cale", "Nerva", "Alcochete Olé", "España Cañi", com interpretação dos solistas em trompete Miguel Silva, Paulo Pancadas, Pedro Carvalho, José Fontes e Fábio Cruz, onde as actuações foram fortemente aplaudidas pela assistência. A Banda do Samouco finalizou a romagem com o tradicional "Ayamonte".

De realçar a forte presença de portugueses vindos de vários pontos do território, em especial do norte do país.

O http://bandadosamouco.blogspot.com registou alguns dos momentos vividos nesta celebração.

Na Plazoleta, momentos antes da saída, músicos da Banda do Samouco convivem com uma família ayamontina:

Desfile rumo à Parroquia de las Angustias:




Banda do Samouco no decorrer da oferenda de flores à Santísima Virgen de las Angustias:



[Crónica] Um novo romântico da festa Campo Pequeno

Ao abrigo da parceria firmada entre o http://bandadosamouco.blogspot.com e o Naturales - Correio de Tauromaquia Ibérica, apresentamos em seguida a habitual crónica tauromáquica, referente ao último espectáculo ocorrido na praça de toiros do Campo Pequeno, na passada 5ª Feira.

Crónica de PATRICIA SARDINHA - Directora adjunta de NATURALES, CORREIO DA TAUROMAQUIA IBÉRICA;
FOTOS DE JOAO SILVA, Chefe de Fotografia de NATURALES.

Na primeira nocturna de Setembro, juntaram-se três gerações de cavaleiros em praça, e dois dos mais tradicionais grupos de forcados. Apenas pouco mais de meia casa se preencheu, numa corrida que criou alguma expectativa mas que no final acabou por sair um pouco gorada, sem muita historia para contar. Com a Banda de Música da Sociedade Filarmónica Progresso e Labor Samouquense em serviço durante toda esta semana em Ayamonte - Espanha, a Banda de Música do Centro Cultural Azambujense foi a responsável pela componene musical deste espectáculo.

João Moura, o cavaleiro mais veterano dos três e idolatrado por muitos, recebeu com uma boa brega o primeiro toiro com 506 kg que saiu com codícia. O cavaleiro de Monforte esteve regular nos compridos, sem nunca dar muita primazia ao toiro para que arrancasse ao cavalo, o toiro esse acabou por revela-se um pouco distraído, com o cavaleiro a saber saca-lo das querencias e a deixa-lo nos terrenos certos. Os curtos foram deixados quase todos em batidas ao pitón contrário, com o toiro a não arrancar e de investida curta. Ainda assim a actuação de Moura agradou aos presentes, principalmente pelos ladeios na cara do toiro.
Para a primeira pega da noite pelo grupo de Santarém, Joaquim Pedro Torres que se fechou bem ao primeiro intento.
No segundo toiro do lote de Moura, com 504 kg, a sua prestação foi praticamente idêntica à primeira. Bem na brega e na colocação do toiro nos terrenos, sortes cambiadas e remates com ladeios, terminando a lide com um ferro de palmo que tardou em cravar devido à mansidão do toiro e falta de investida. Mas se realmente houve algo que predominou em ambas as actuações do cavaleiro foram os toques na montada, inclusive um forte durante a lide do seu primeiro toiro. Apesar de muita gente dar descrédito a estes pormenores, preferindo aplaudir de pé e bajular quem os pratica, a verdade é que são estes “pequenos” toques que acabam por tirar mérito a tudo o resto, de que vale uma boa colocação do toiro nos terrenos, uma cravagem certeira se depois se acaba por levar toques na montada?! Certo que acontece a todos, mas nas duas lides de João Moura que vi ontem no Campo Pequeno, era caso para dizer “cada ferro cada toque…”. E ainda mais inadmissível isto se torna, quando se trata de falar de um cavaleiro com os anos de toureio que tem, e a fama que o precede. Para pegar este toiro, Pedro Freixo do grupo de Montemor que consumou à terceira numa pega que não foi tecnicamente perfeita. No final o forcado não quis dar volta à arena (louvar atitudes de verdadeiros forcados) e João Moura apenas agradeceu do centro da arena.

Vítor Ribeiro apresentou-se finalmente esta temporada no Campo Pequeno, depois de na temporada passada ali ter sido um dos triunfadores. Contudo esta noite, o triunfo não chegou a romper para o cavaleiro. No seu primeiro toiro, segundo da ordem, com 505 kg, tentou cravar um ferro à porta gaiola, mas a rês derrapou, com o cavaleiro a ter que aguentar e deixando o primeiro comprido bem na mesma. Depois efectuou uma boa brega, com o toiro a fixar-se no cavalo. Nos curtos o toiro foi a menos, o cavaleiro teve alguma dificuldade em faze-lo arrancar, acabando a actuação por ser morna, sem transmissão, apesar do labor de cavaleiro a arriscar e a cravar bem a ferragem. Pecou a actuação por ser morosa, sem ligação cavaleiro-toiro apesar do empenho.
Este toiro foi pegado por José Maria Cortes do grupo de Montemor, que se estreava nesta praça como cabo do grupo e que se aguentou bem na cara do toiro à primeira.

No quinto toiro da noite, o melhor do curro e com 520 kg, Vítor consumou com êxito uma sorte gaiola. Depois citando quase sempre de largo e com o toiro a arrancar sempre(!) ao cite, deixou correctamente os curtos, sofrendo ainda um toque na montada. Contudo a actuação não teve triunfo redondo, e houve a meu ver alguma falta de “espremer o sumo” que o toiro tinha para dar. Destaca-se o mando e a imposição com que Vítor Ribeiro prepara as sortes e lamenta-se quem do meio das bancadas, escondido(s), mistura “alhos com bugalhos” e assobie a actuação/volta à arena do cavaleiro Vítor Ribeiro, quiçá relacionado com o caso “do doutor amigo do cavaleiro que ajustou contas com um critico” que sendo um acto condenável, não é justo de imputar ao cavaleiro.
João Pedro Seixas Luís pelo grupo de Montemor consumou a pega à segunda tentativa.

Francisco Palha, o caso revelação desta temporada, teve pela frente um toiro com 510 kg, que saiu bem mas que com o decorrer da lide foi a menos. Bem na ferragem comprida, Francisco Palha mostrou maneiras de um verdadeiro senhor cavaleiro, inclusive no modo correcto e educado como pediu para que não se mexessem na trincheira (já que não poderia pedir ao público na bancada que fizessem silêncio também). Fiel seguidor da arte de marialva, sempre de tricórnio na cabeça, executante de um toureio clássico e frontal, o jovem ginete agradou na colocação dos curtos. Precipitou-se numa sorte ao piton contrário, levou também um toque na montada e houve duas passagens em falso, com o toiro meio andarilho, contudo brilhou na colocação do último ferro a pedido do público.
António Grave de Jesus do grupo de Santarém pegou à terceira, com o toiro a derrotar muito e quase que davam os dois uma pirueta.

No último toiro da noite com 502 kg, voltou a imperar o toureio clássico, com muita entrega por parte do cavaleiro, com algumas sortes a não resultarem tão certeiras, e também a sofrer alguns toques na montada por ventura culpa de uma actuação mais arriscada frente a um toiro de investida franca. Mas não restam dúvidas de que este jovem cavaleiro será mais uma (boa) esperança do verdadeiro toureio a cavalo.
João Mantas do grupo alentejano e após brindar ao ex-cabo Rodrigo Corrêa de Sá efectuou uma excelente pega ao primeiro intento.

Os toiros de José Samuel Lupi tiveram boa apresentação, mansos no geral, destacando-se o quinto da ordem. Dirigiu com acerto Manuel Jacinto assessorado pelo Dr. Carlos Sousa, e no início da corrida fez-se um minuto de silêncio pelo antigo forcado de Santarém, António Murteira recentemente falecido.

Dia 20 de Setembro: novo espectáculo tauromáquico na Monumental Lisboeta. Dentro de dias, não perca a antevisão deste evento.
Só no http://bandadosamouco.blogspot.com consegue ter tudo o que importa sobre a corrente época taurina na Catedral do Toureio em Portugal.

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

[Ayamonte 2007] Concerto no Hogar del Pensionista

Decorreu esta 5ª feira ao final da tarde o segundo concerto da Banda do Samouco nas Fiestas de las Angustias na cidade espanhola de Ayamonte.

Entre a numerosa assistência estiveram presentes o Presidente da Junta de Freguesia do Samouco, Sr. António Almeirim, o Alcaide da cidade de Ayamonte, Sr. Antonio Rodríguez Castillo e Sr. José Manuel Rodríguez Martín, primeiro tenente e responsável máximo da área da Cultura.

Durante cerca de 2 horas e perante uma vasta e interressada assistência, esta formação interpretou um repertório bastante variado: Vila Franca, Ayamonte Canta, Mar I Bel, Forcados Aposento Barrete Verde de Alcochete, Maria la Portuguesa e Torero Cale foram alguns exemplos de temas interpretados.

Um dos momentos preparados especialmente para esta actuação foi a estreia em absoluto do Maestro Sérgio Oliveira à frente da Banda do Samouco em simultâneo como Maestro e Clarinetista, interpretando o tema "El Compae", pasodoble escrito por José Molina com solo em clarinete. Com um desempenho irrepreensível e grande surpresa por parte da assistência geraram um dos momentos mais aplaudidos no espectáculo.

Também muito aplaudidos foram todos os pasodobles interpretados ao longo deste espectáculo. O desempenho dos solistas mereceu rasgados e audíveis elogios, levando a assistência ao rubro.
Vários dos músicos no final do concerto estavam emocionados, tal o nível ímpar do espectáculo que tinham acabado de preconizar.

Por múltiplos motivos, este foi seguramente um dos momentos altos de toda a época 2007 na Banda de Música da Sociedade Filarmónica Progresso e Labor Samouquense.

O http://bandadosamouco.blogspot.com mostra em seguida alguns dos momentos registados neste espectáculo:

Início do Concerto:

Banda, Maestro e parte da assistência:

Banda no tema "Forcados Aposento Barrete Verde de Alcochete":

Maestro e Solista em simultâneo no tema "El Compae":

Banda na recta final no tema "Ayamonte":

O http://bandadosamouco.blogspot.com partilha em seguida alguns excertos em vídeo deste espectáculo:

1 - "Torero Cale"
Solos em trompete de Miguel Silva na voz principal e de José Fontes na 2ª voz:

2 - "Ayamonte Canta", pasodoble de concerto da autoria de Manuel Feu Perez:

3 - "Flamenco y Solo"
Solos em trompete de Miguel Silva e José Fontes na primeira parte e Pedro Carvalho na voz principal:

4 - "El Compae", pasodoble de concerto da autoria de José Molina, interpretado pelo Maestro da Banda do Samouco e Clarinetista Sérgio Oliveira:

5 - "Maria la Portuguesa" (1/2), original de Carlos Cano / Arranjo de Aurélio Alegria

6 - "Maria la Portuguesa" (2/2), original de Carlos Cano / Arranjo de Aurélio Alegria

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

[Ayamonte 2007] Concerto na Fundación Tejada

Do âmbito da presença nas Fiestas de las Angustias 2007, a Banda da Sociedade Filarmónica Progresso e Labor Samouquense deu o seu primeiro concerto no centro residencial Fundación Tejada.

Com numerosos ayamontinos presentes para ouvir a Banda do Samouco, entre os quais o Alcaide da cidade de Ayamonte - sr. Antonio Rodríguez Castillo, o concerto iniciou-se com uma referência prévia ao desaparecimento na passada madrugada de um dos maiores valores de todos os tempos na música clássica: Luciano Pavarotti.

No concerto propriamente dito foram interpretados vários pasodobles, alguns deles em estreia, como o caso dos temas "Forcados do Barrete Verde de Alcochete" e "Alcochete Olé", ambos compostos por António Catalão Labreca, músico da Banda do Samouco no instrumento de Bombardino. Após vários pasodobles com solo em trompete e saxofone alto, foi interpretado um arranjo feito para a Banda do Samouco intitulado "Maria la Portuguesa", composto por Aurélio Alegria, também ele presente no seio desta Banda de música no instrumento de Bombardino.

Finalizou-se o concerto com o tema mais aguardado: o pasodoble "Ayamonte". Após a primeira vez em que este tema foi executado, foram endereçadas palavras de apreço e agradecimento à Sociedade Filarmónica Progresso e Labor Samouquense, na pessoa do Alcaide Antonio Rodríguez Castillo e de um representante da Fundación Tejada. A pedido de numerosas pessoas na assistência, o pasodoble "Ayamonte" foi repetido, encerrando com chave de ouro este espectáculo..

Nota final para a animação contagiante de grande parte das pessoas presentes neste concerto, que ao som da Banda do Samouco não resistiram a dar um pezinho de dança.

No seguimento do programa das Fiestas de las Angustias, a Banda do Samouco dará o seu segundo concerto no Hogar del Pensionista hoje pelas 19 Horas (hora local).

Em seguida, o http://bandadosamouco.blogspot.com mostra-lhe alguns dos momentos vividos neste concerto:





Veja aqui também excertos em vídeo da prestação da Banda do Samouco:
1 - "Fiesta en la Calleta":
Solo em Saxofone Alto de André Craveiro, na sua estreia absoluta em Ayamonte:

2 - "España Cañi":
Solo em trompete por Pedro Carvalho:


3 - "Nerva":
Solo em trompete por Valter Vila Cova:


4 - "Campanera":

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

[Ayamonte 2007] Banda do Samouco, embajadores inmejorables de Portugal en Ayamonte

Menos de 24 horas depois da Banda do Samouco se ter estreado nas Fiestas de las Angustias 2007, os ecos da sua presença na cidade andaluza acontecem.

Eugenio Eiroa, Director do "Naturales - Correio de Tauromaquia Ibérica", dedica algumas palavras à Banda de Música da Sociedade Filarmónica Progresso e Labor Samouquense e ao Webmaster do espaço http://bandadosamouco.blogspot.com:

Querido Pedro Rodelo: Estás en tierra bendita. ¡Qué gran suerte la tuya! ¡No sabes cuanto daría por estar con vosotros ahí, al lado, viviendo lo que vivís, sintiendo lo que sentís! Estás ahora mismo en Ayamonte, provincia de Huelva, en el lugar donde - casi te podría jurar - la luz es más luz y la luminosidad es impresionante. Estás en esas calles de casas caleadas por las que un día caminé, por las que un día discurrí... hasta llegar a la plaza de toros, donde Vítor Mendes toreaba entre olés sentidos de admiración profunda por los ayamontinos manifiesta. Esa entrada en barco, que habéis hecho desde Vila Real, me recuerda tiempos sin puente; barcazas enormes para llevar coches y gentes, que un día usaron mis padres, que años después yo también usé...

La Banda do Samouco tocando en la Diana de las Fiestas de Ayamonte, viviendo ese especialísima madrugá... Imbuidos en ese traje de la ilusión que os abandera y os convierte en muchísimo mas de lo que sois; pero os convierte con justicia, que es lo que cuenta: en embajadores inmejorables de Portugal en España. Porque portáis la alegría, porque lleváis en vuestra música impregnado el más hermoso de los sentimientos; la manifestación evidente de que portugueses y españoles, españoles y portugueses son hijos de un mismo tronco, hermanos al fin y al cabo, que van inexorablemente al reencuentro; a la recuperación de los tiempos perdidos estúpidamente con tanta política de costas viradas.

Cuando uno encuentra a gentes como vosotros, los de la Banda do Samouco, de corazones ampliamente generosos, de noblezas ilimitadas, comprende que otros que antes os conocieron, como es el caso de los habitantes de Ayamonte, os pidan que año tras año les acompañéis en sus fiestas, les llevéis el mensaje del pueblo hermano, en forma de música, de sonrisa y de abrazo profundo. Pensad que es mucho y muy importante lo que hacéis, lo que simbolizáis estos días, cuando la banda se arranca en esas calles, en esas plazas. Y que cuando tocáis a la Virgen de las Angustias, hay mil advocaciones de Nuestra Señora, en Portugal, que os van a retribuir con creces lo que estáis haciendo en España.

Caminamos juntos, aunque a algunos no se lo parezca. Mucho más incluso de lo que ya tantos creen. Suerte la nuestra, la de los que estamos hermanados oficialmente, porque vuestras alegrías, vuestras emociones ahí, en Ayamonte, también son las nuestras aquí, en la distancia... Que Dios os bendiga, a vosotros, pero también a los de Ayamonte, que desde hace tantos años, siglos incluso, supieron que la frontera no era tal, sino un freno burocrático, que había que sortear mejor o peor, pero que merecía la pena salvar porque era infinitamente más lo que les unía con los de Vila Real de Sto Antonio que los que les separaba.

Hoy, vosotros, los de la Banda do Samouco, encarnáis el sentimiento de un pueblo, el ayamontino, deseoso de recibir, honrar y abrazar a los hermanos portugueses, como en realidad siempre lo desearon (...) ¡Viva Ayamonte!, ¡viva Samouco!, ¡vivan las salinas!, ¡vivan quienes quieren ser hermanos, sentimiento hermoso donde los haya, profundo como ninguno!

Un abrazo a todos los integrantes de la comitiva de la Banda do Samouco y a los hermanos ayamontinos que con tanto cariño estos días os reciben.

EUGENIO EIRO
Director de NATURALES

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Já esta tarde, o Naturales voltou a fazer eco das duas primeiras saídas da Banda do Samouco em Ayamonte na época 2007. Clique aqui para ver o conteúdo da notícia.

[Ayamonte 2007] Diana

Decorreu esta madrugada e manhã a famosa "Diana", no âmbito do programa das festas em honra de Nossa Senhora das Angustias na cidade espanhola de Ayamonte.

Ainda com noite cerrada, foi dado início à Diana na praça do Ayuntamiento. Com gente jovem para disfrutar dos pasodobles que iam sendo interpretados, os músicos da Banda do Samouco conviveram com todo o gosto no ambiente proporcionando alegria ao longo da manhã, o qual foi reinando nas principais artérias da cidade andaluza. O tradicional aniz não foi esquecido por parte de múltiplos Ayamontinos.

Em seguida, apresentam-se 3 registos fotográficos de momentos distintos na Diana: Fase inicial, amanhecer e final:



A edição noticiosa no http://bandadosamouco.blogspot.com não vai parar. A qualquer momento, mais notícias online feitas a partir de Ayamonte, onde durante as "Fiestas de las Angustias" multiplos acontecimentos brotam ao passar de cada dia. Fique em sintonia.

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